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03/04/2025

Felipe Neto se lança pré-candidato à Presidência, e fãs perguntam se anúncio é real

O g1 apurou que o vídeo é, provavelmente, uma ação publicitária. O influenciador Felipe Neto se lançou pré-candidato à Presidência e anunciou que vai criar uma rede social em um vídeo publicado nesta quinta-feira (3). Nos comentários, muitos usuários encararam as declarações como uma piada. "Primeiro de abril não foi ontem?", escreveu um usuário. Outros ficaram na dúvida. "Olha... meu voto tem, mas é zoeira né?", disse outra. Procurada pelo g1, a assessoria de Felipe Neto respondeu por mensagem de texto: "Em breve terá mais novidades e informações?.. rsrs. Não posso falar nada, mas amanhã ao meio dia você saberá". O g1 apurou que o vídeo é, provavelmente, uma ação publicitária. "Após esse período de profunda reflexão e estudos documentados no meu diário, que me acompanha desde o começo dessa jornada, eu anuncio a minha pré-candidatura à Presidência da República", disse o influenciador. No vídeo, Felipe Neto diz que baseia suas opiniões no "domínio da informação" e em seu anseio de ser o "guardião da verdade". E que construiu um "legado financeiro e na comunicação" que já "alimenta o estômago e o ego". "Eu quero ser presidente porque eu, embora seja um homem de fora da política, eu tenho ao meu lado a maior arma do nosso tempo: o uso das redes", disse. "Então, por que não usar a dependência das redes a favor do povo?" Nova rede social Segundo o vídeo, a nova rede social de Felipe Neto seria chamada de Nova Fala e funcionaria como um "ministério da verdade", termo do livro "1984" em que o passado era alterado conforme a conveniência do governo. O influenciador afirma que os usuários iriam passar voluntariamente os seus dados que dariam a ele um panorama das reais necessidades do Brasil. "No mínimo, ela ajudaria a gente a entender qual é a opinião da maioria sobre cada momento da história. E aí, os livros didáticos retratariam a vontade da maioria, como deve ser numa democracia". LEIA TAMBÉM: Apple fecha com perda de US$ 311 bilhões após tarifaço Trump vira meme após impor tarifas contra ilha de pinguins Como se cadastrar no Celular Seguro? E como será o aviso para aparelhos roubados? Felipe Neto anuncia candidatura à presidência e lançamento de nova rede social Reprodução

03/04/2025

Apple fecha com perda de US$ 311 bilhões após tarifaço; big techs acumulam mais de US$ 700 bilhões em prejuízo

Empresa tem boa parte dos iPhones produzidos na China, que agora terá taxa de 34% para importar produtos aos Estados Unidos. Facebook, Apple, Google e Microsoft Montagem/Reuters As big techs fecharam a quinta-feira (3) com uma queda de US$ 772 bilhões (R$ 4,3 trilhões) em valor de mercado, segundo levantamento da Elos Ayta. Ela acontece após o tarifaço anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Esse valor considera as cinco principais empresas de tecnologia dos EUA: Apple, Amazon, Meta, Alphabet (Google) e Microsoft. Considerando Nvidia e Tesla, outras duas grandes companhias, a redução no valor de mercado chega a US$ 1 trilhão. A Apple teve a maior perda entre as big techs, com prejuízo de US$ 311 bilhões (R$ 1,7 trilhão) em seu valor de mercado entre quarta (2) e esta quinta-feira (3). As ações da empresa na bolsa de Nova York terminaram o dia com baixa de 9,2%. Empresas de tecnologia têm prejuízo após tarifaço de Trump Gui Sousa/g1 Trump impôs uma taxa de 34% para a importação de produtos chineses ? até então eram 20% (veja a lista com todos os países afetados). Segundo o New York Times, essa alta deve atingir em cheio a Apple, que tem 90% dos iPhones fabricados na China. Com o "tarifaço", os custos anuais para a empresa para produzir na no país asiático devem subir em US$ 8,5 bilhões, de acordo com a empresa de investimentos Morgan Stanley. O iPhone, o iPad e o Apple Watch trazem a maior parte do faturamento anual da empresa, de cerca de US$ 400 bilhões, segundo o NYT. Agora, a empresa deve decidir se os novos custos serão absorvidos, o que reduzirá sua margem de lucro, ou repassados aos consumidores. Se as novas taxas forem repassadas para clientes, o preço do iPhone 16 Pro Max nos EUA pode subir de US$ 1.599 para quase US$ 2.300, segundo afirmou a Reuters com base em projeções da empresa de investimentos Rosenblatt Securities, que estima aumento de custos em 43%. Trump vira meme após impor tarifas contra ilha de pinguins Grok, IA de Musk avalia Lula como melhor marido e sugere preferência pelo budismo Após Trump anunciar novas tarifas sobre a China ainda em seu primeiro mandato, a Apple migrou parte de sua produção para o Vietnã e a Índia. Mas os países agora enfrentarão taxas de 46% e 26%, respectivamente. Analistas ouvidos pela Reuters também apontam que as novas tarifas podem dar uma vantagem para a Samsung. A empresa fabrica seus celulares na Coreia do Sul, para a qual a tarifa será de 25%. A Apple disse em fevereiro que investirá mais de US$ 500 bilhões e criará 20 mil empregos nos EUA, após o chamado de Trump para empresas voltarem a produzir no país. Big techs na posse de Trump O presidente-executivo da Apple, Tim Cook, foi um dos chefes de big techs e outras empresas do ramo que participaram em janeiro da posse de Donald Trump para seu segundo mandato como presidente dos EUA. Além dele, Sundar Pichai (Google), Mark Zuckerberg (Meta), Jeff Bezos (Amazon), Elon Musk (Tesla, SpaceX e X), Shou Zi Chew (TikTok) e Sam Altman (OpenAI) também compareceram à cerimônia. A presença foi vista como uma tentativa de se aproximar do governo Trump. Todas as big techs fizeram doações para o fundo de posse do presidente americano. Após a posse, Tim Cook postou os parabéns a Trump em sua conta no X. O CEO da Apple disse que estava ansioso para trabalhar com a nova administração e continuar entregando inovação e vagas de emprego para o crescimento da "grande nação". Da esq para dir: Sundar Pichai (CEO do Google), Shou Zi Chew (CEO do TikTok), Tim Cook (CEO da Apple) e Elon Musk (dono do X, de costas) na posse de Trump Saul Loeb/GettyImages via AFP Os CEOs Mark Zuckerberg (Facebook), Jeff Bezos (Amazon), Sundar Pichai (Google) e Elon Musk (Tesla, SpaceX e X) na cerimônia de posse. Julia Demaree Nikhinson/REUTERS Trump impõe tarifas contra ilha sem habitantes e povoada por pinguins e focas
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